terça-feira, 6 de outubro de 2020

CLÍNICA DE FISIOTERAPIA O QUE É? E COMO ENTENDER SUAS ESPECIALIDADES?

Bom, quando se pensa em clínica de fisioterapia logo vem a mente um espaço grande, com muitos aparelhos e pessoas indo e vindo com roupas brancas e muitas macas, não é mesmo? Bom leia este artigo até o final que vou te mostrar tudo o que precisa saber sobre clínica de fisioterapia!

Mas o que precisa ficar claro é que clínica vem do verbo clinicar, que nada mais é que interpretar os sinais e sintomas que o paciente apresenta e propor e aplicar uma conduta terapêutica.

Isso pode ser feito tanto por médicos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, entre muitas outras profissões da área da saúde.

Nessa interpretação cabe o que chamamos de exames complementares, que são testes validados feitos por imagens ou por fluidos orgânicos em que podemos corroborar com os achados clínicos como testes, palpações e verificação visual. Temos hoje no Brasil uma ideia que se o médico não pede exame e ele não esta cumprindo seu papel, acha-se que o exame será a chave para resolver o seu problema, mas não é assim que ocorre.

Dentro da área da saúde temos uma máxima que diz que a clínica é soberana, isto é, os exames clínicos descritos são mais fiéis que os exames de imagens como raio-x, tomografia computadorizada, ultra som e ressonância magnética.

Isso por que muitas vezes aquele quadro apresentado não é causado pelo achado nos exames. Por exemplo, um paciente chega com uma dor na face posterior do glúteo em irradiação até o pé. A princípio qualquer profissional da área atestaria que se trata de uma dor ciática. Sendo assim, resolve-se fazer um exame de imagem, uma ressonância magnética e encontra-se uma hérnia de disco na região de L2 (segunda vértebra lombar). Com pouco estudo sabe-se que a região que apresenta a hérnia não poderia estar gerando aquele sintoma até o pé, sendo assim não é a hérnia que esta gerando aquele problema. E isso é muito comum.

Clinicar é diferente de ter uma clínica

Quando pensamos em clinicar precisamos estar em dia com nossos estudos e sabermos de ato o que cada sinal e sintoma quer dizer, e caso tiver um exame de imagem saber relacionar e ver se a imagem de fato corresponde aos achados clínicos.

Pois, ultimamente muitos profissionais se baseiam tanto na imagem que esquecem da máxima e acabam fazendo diagnósticos equivocados gerando aborrecimento e prejuízo ao paciente e, ao mesmo tempo frustração e desconfiança para com o profissional.

Sendo assim a ideia de uma clínica diminuta e altamente especializada esta muito mais próxima da realidade clinica do que uma clínica grande onde não se tem o olhar especializado para cada pessoa e não saiba exatamente o que fazer, aplicando protocolos pouco coerentes e resolutivos, gerando um grande numero de consultas e baixa resolutividade comprometendo o trabalho de outros profissionais da mesma área que acabam ficando desacreditados.

Nossa clínica

Nossa clínica de fisioterapia tem a finalidade de entender e tratar o paciente de forma exclusiva e personalizada, e entendemos que a independência do paciente é nossa maior conquista, pois se o paciente cria dependência do tratamento, o que em alguns casos é inevitável como manutenção, ele não estará empossado e consciente da própria saúde.

Por isso temos na nossa clínica a premissa de que após melhora de 80 a 90% dos sintomas, normalmente conseguidos após algumas consultas em maca o paciente precisa aprender sobre o seu problema, fazendo aquilo que será bom para evitar novas recidivas, assim como evitar fazer coisas que possam gerar novamente o problema.

Portanto o atendimento especializado e personalizado é a chave para que nosso serviço seja tão bom com uma taxa de resolutividade acima de 90% dos pacientes que nos procuram e seguem o tratamento até o final.

Não existe magica na anatomia e na biomecânica, é importante que isso seja claro para que a responsabilidade da melhora seja distribuída em partes iguais entre o terapeuta e o paciente, assim, com esse engajamento qualquer problema não cirúrgico fica fácil de resolver.

Fisioterapia no futuro

Entendo que a fisioterapia esta saindo do armário, no sentido de que até a pouco tempo atrás vivíamos como uma profissão de segunda mão. Isso quer dizer que só éramos tidos como úteis após uma indicação médica.

Então não é necessariamente verdade, claro que podemos ser indicados por um medico assim como podemos indicar o paciente a um medico caso não não esteja sobre nossa tutela o tratamento dele, mas o que esta acontecendo e com muita alegria e confiança da minha parte é que o fisioterapeuta cada vez mais esta sendo visto como um profissional de primeiro contato, o que ao meu ver é o mais correto a ser feito.

Seja para facilitar os serviços de saúde ou para escalonar a partir dos serviços mais básico o fisioterapeuta tem o papel de ser o primeiro profissional a ser procurado nos casos de dores e problemas ortopédicos e traumáticos, este ultimo de pequena monta.

Por que a conduta do tratamento fisioterapêutico é muito menos agressiva ao organismo que a conduta medica de forma geral, pois caso o paciente melhore sem a ingestão de remédios e com condutas que vão lhe ensinar a lidar com a questão, então essa conduta foi menos danosa para sua saúde presente e futura.

Não que os médicos não devam ser consultados em casos de dores mas normalmente a conduta medicamentosa não trata o problema em si, e sim os sintomas, diferente da conduta do fisioterapeuta que ira entender e propor uma reversão do quadro por meio dos mesmos canais ao qual ele se lesionou, ou seja, do seu ambiente e cotidiano.

Por meio de tudo isso o fisioterapeuta esta se valorizando como profissional, tanto na sua condição inerente de ser consultado em primeira mão, o que por si só já configura uma posição de valorização da sua conduta, quanto da remuneração e do valor cobrado pelas consultas, que certos profissionais por não terem a confiança ou o conhecimento necessário acabam por se desvalorizar ao ponto de não valer mais a pena ficar na profissão.

Acho que no futuro a fisioterapia será cada vez mais presente e crescerá como a principal profissão ao se tratar de dores e com isso ganha-se todos. A população por ter opções mais sadias e resolutivas para suas pendencias, o fisioterapeuta pelo papel de tratar e principalmente ensinar o paciente sobe seu problema biomecânico e os médicos por não terem pacientes que voltam sem melhoras aos seus consultórios queixando-se da profissão como um todo.

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

O alho (Alliumsativum) é um alimento funcional que auxilia na melhora do metabolismo e previnediversos problemas de saúde.

Com ação anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana e antifúngica, apresenta vários efeitos benéficos, contribuindo inclusive para aumentar a imunidade.

O principal composto ativo do alho é a alicina, responsável pela maioria das ações biológicas na defesa do organismo. Porém, já foram identificados cerca de 30 componentes do alho que apresentam efeito terapêutico.

Essas substâncias incluem enzimas, como a alinase, compostos sulfurados, destacando-se a alina, vitaminas A, B1, B2, C e minerais como cálcio, enxofre, iodo, magnésio, selênio, sódio e zinco.

Seu uso como tempero já é difundido há mais de cinco mil anos, assim como seu uso medicinal, sendo um dos primeiros fitoterápicos que se tem registro.

É verdade que o alho aumenta a imunidade?

Considerado um auxiliarna prevenção de doenças e na manutenção da saúde, diversos estudos científicos comprovam que o alho é também um potente estimulante do sistema imunológico.

Observou-se que o Alliumsativum L. pode estimular tanto imunidade celular quanto a humoral.

O principal componente responsável por essa atividade é a alicina, um aminoácido sulfurado, com ação antioxidante, antimicrobiana, antifúngica, antitumoral e imunomoduladora.

Os efeitos imunomoduladores do alho aumentam a atividade de macrófagos, células natural killer(NK) e a produção de células T e B. Dessa forma, o alho pode reduzir a duração e a gravidade das infecções, especialmente do trato respiratório superior, justificando seu uso contra gripes e resfriados.

Na literatura científica podemos encontrar estudos que revelam que o extrato aquoso de alho aumentou significativamente a contagem de leucócitos totais, a atividade de linfócitos T e a concentração da interleucina-2.

Pesquisadores observaram também que a ingestão desse fitoterápico estimula a diferenciação de células Th0 em Th1 e aumenta a função de células NK.

O Alliumsativum L. também mostrou efeitos imunológicos positivos em pacientes imunocomprometidos portadores do HumanImunodeficiencyVirus (HIV). Estudo em ratos mostrou que o extrato de alho fresco aumentou significativamente as células NK nesses animais, elevando assim sua capacidade de eliminação de células cancerígenas.

O composto alicina também demonstrou possui atividade contra uma vasta gama de bactérias Gram – negativas e positivas, incluindo Escherichia coli, além de atividade antifúngica, particularmente contra Cândida albicans e atividade antiparasitária contra os principais protozoários parasitas intestinais humanos, como Entamoebahistolytica e Giardialamblia.

 

Como usar o alho para aumentar a imunidade?

A melhor forma de consumir o alho e aproveitar suas propriedades é cru ou em cápsulas de óleo de alho, pois o alho cozido não apresenta os mesmos efeitos do alho fresco.

 

Quando submetido ao aquecimento, a ação da alicina é reduzida, bem a dos demaisprincípios ativos do alho que são muito sensíveis ao calor.

 

 

Para quem não gosta do consumo do alho na forma crua, pode-se ingerir na forma de cápsulas de óleo de alho. Além de praticidade, não se tem o sabor e cheiro característico do alho durante a ingestão.

 

De forma geral, os suplementos de alho são bem tolerados e podem ser consumidos como uma opção para auxiliar na estimulação da imunidade.

A Nutriblue traz para você o óleo de alho. São 60 cápsulas de 500mg para você se beneficiar com essa substância.

Recomenda-se ingerir 2 cápsulas ao dia do suplemento de óleo de alho Nutriblue, preferencialmente antes das principais refeições, ou conforme orientação de nutricionista ou médico.

 

Quais os benefícios da cápsula de alho?

O óleo de alho em cápsulastraz os benefícios do alho de forma prática para auxiliar a aumentar a imunidade e, dessa forma, ajudar na proteção do organismo contra infecções em geral.

Possui também efeito antioxidante que ajuda na prevenção de doenças do sistema cardiovascular, na regulação dos níveis de colesterol, diabetes, além de combater o envelhecimento precoce e demais danos dos radicais livres.

 

Os principais benefícios da cápsula de alhos são:

 

– Auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares;

 

– Ajuda na redução dos níveis de colesterol;

 

– Auxilia na regulação da pressão arterial;

 

– Ajuda a reduzir a agregação plaquetária;

 

– Prevenção do envelhecimento precoce;

 

– Ajuda a fortalecer o sistema imunológico;

 

– Ajuda a controlar a Diabetes.

 

Conclusão

O alho (Alliumsativum) já é utilizado há muito tempo na cultura popular para auxiliar na prevenção e tratamento de diversas condições de saúde, incluindo na melhora da imunidade.

Essa capacidade de estimular o sistema imunológico foi comprovada por estudos científicos, onde foi constatado que ele pode estimular a proliferação e amplificar a resposta imune mediada por células T e NK. Observou-se também uma maior produção de citocinas pró-inflamatórias.

Para melhorar, o óleo de alho além de ajudar a aumentar a imunidade, é bem tolerado, devido à suabaixa toxicidade.

Aproveite os benefícios do óleo de alho para turbinar sua imunidade.

Acesse: https://www.nutriblue.com.br/oleo-de-alho-nutriblue-60-capsulas-de-500mg/pe confira nossa promoção das cápsulas de alho.

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

O Que é Escoliose, Como Identificar e Quais os Possíveis Tratamentos?

O que é escoliose?

Escoliose é um desvio tridimensional da coluna que pode ser encontrada em qualquer parte da coluna vertebral, sendo menos comum na coluna cervical e mais comum na coluna torácica e lombar com predominância acentuada na região conhecida como charneira toraco lombar, ou seja, na área de junção desses dois segmentos vertebrais.

sse desvio vertebral é considerado patológico, isto é, não é normal e não deveria ocorrer. Isso porque as únicas curvas fisiológicas que ocorrem na coluna são as curvas no sentido antero posterior como as lordoses lombar e cervical e a cifose torácica. A escoliose pode ser classificada em duas linhas principais, a escoliose estrutural e compensatória, sendo essa ultima a mais comum em consultório.

A compensatória, como o próprio nome sugere é uma compensação do corpo há algum desajuste nos seguimentos abaixo ou acima da área escoliótica. Dessa forma, quando uma escoliose é identificada ela deve ser tratada a fim de evitar novas compensações deixando o corpo ainda mais suscetível a dores.

A estrutural consiste em uma escoliose que tem um caráter genético principalmente, ou alguns casos como paralisia cerebral, acidente vascular encefálico (AVE) entre outras patologias que geram como consequência uma assimetria dos tônus musculares. Esses casos acima podem ser colocados como escolioses estruturais apesar de serem também secundárias a alguma patologia, pelo fato de não se ter um tipo de tratamento que corrija essa disfunção sem ter que contar com o auxílio de próteses e tratamentos neurológicos.

Como identificar uma escoliose?

A identificação de uma escoliose, seja ela estrutural ou funcional (compensatória) é de fácil avaliação, porém incorre em muitos erros de procedimento visto o número de casos que chegam com diagnóstico errado.

As vezes pelo simples fato de um ombro aparecer mais alto ou um desvio da pelve alguns fisioterapeutas ou médicos mal informados já fecham o diagnóstico de escoliose, ocorrendo em um duplo erro já que não é assim que se confirma uma escoliose como ela por si só não é o problema em si, mas sim um sintoma ou efeito de outras disfunções que essas sim podem ser os problemas reais.

Isso é claro exclui aquelas escolioses congênitas, que esse sim são tidas como causas e efeitos da disfunção.

Para se identificar uma escoliose o procedimento correto a ser adotado é o teste de gibosidade. Nesse teste o paciente fica de frente para o avaliador, este de preferência sentado com a altura do olhar um pouco acima da cintura do paciente. O avaliador pede para o paciente fazer uma flexão de tronco a fim de que o avaliador possa fazer uma varredura visual de forma a percorrer com o olhar toda a curva vertebral no sentido antero posterior.

Iniciando na lombar baixa, e subindo com o olhar alinhado por toda a lombar  buscando qualquer assimetria entre o lado direito e esquerdo, até o final da torácica, ou seja, a parte alta da torácica próximo a junção cervical.

Dessa forma se houver qualquer assimetria entre os hemicorpos haverá ali uma escoliose, com raras as exceções que tornam imprecisas essa forma de avaliação, como por exemplo, hipertonia paravertebral, essa situação pode gerar um falso positivo, portanto o terapeuta terá de ser capaz de diferenciar uma gibosidade de uma hipertonia focal.

O lado mais alto, ou seja, o lado mais posterior da escoliose é o lado que dará nome a lesão. Por exemplo, se ao avaliar a gibosidade e for verificado que o lado direito está mais alto que o esquerdo significa que aquela é uma escoliose direita, e o contrário também é verdadeiro, se o lado esquerdo estiver mais alto (posterior), aquela é uma escoliose esquerda. Isso porque o lado mais alto mostra o lado convexo da curva escoliótica.

Existe ainda os casos, bem comuns de escoliose em S, isto é, escolioses que tem uma parte a direita e outra a esquerda, justamente para compensar e manter a horizontalidade do olhar. Esses casos são bem comuns e representam mais de 50% dos casos de escoliose encontrados, pois dificilmente o corpo não gera uma compensação a uma curva existente.

Tipos de escoliose

Congênita: escoliose resultante de má formação na coluna vertebral, presente desde o nascimento.

Neuromuscular: é a alteração da coluna vertebral por ativação muscular ou nervosa anormal. Este tipo de escoliose é freqüentemente visto em pessoas com paralisia cerebral, distrofia muscular, espinha bífida ou outras complicações neurológicas. Devido à fraqueza muscular dos estabilizadores espinhais, a coluna vertebral desses pacientes geralmente forma uma grande curva em forma de “C”.

Idiopático: Isto é o que acontece sem uma causa conhecida. Há algumas teorias que argumentam que a escoliose é comum entre os membros da família, sugerindo fortemente que ela tem uma associação com um componente genético. Outra teoria é que as alterações posturais são tão significativas que causam anormalidades nas fibras musculares e dão origem a alterações morfológicas. Está dividido por faixa etária:

Escoliose idiopática infantil: afeta crianças com menos de três anos de idade;

Escoliose idiopática juvenil: afeta crianças de três a nove anos de idade;

Escoliose idiopática adolescente: afeta crianças entre 9 e 18 anos de idade;

Escoliose idiopática de adultos: afeta crianças com mais de 18 anos de idade;

Possíveis tratamentos

Para se tratar a escoliose precisamos antes de mais nada entender que a escoliose normalmente reflete alguma alteração tanto acima quanto abaixo dos segmentos escoliótico. Isto é, a escoliose se forma para compensar algum problema que não necessariamente está localizado ali.

Isso porque o corpo tem a linha visual do horizonte como referência de normalidade, portanto se houver alguma coisa que gere uma posição anormal do corpo, como uma área de dor em que o corpo assuma uma posição antálgica, o corpo irá desviar por essa dor mas de alguma forma compensará os segmentos acima ou abaixo para manter a horizontalidade do olhar.

Assim, a escoliose seria uma situação compensatória a um quadro de dor. Assim como a dor pode gerar uma escoliose, disfunções não necessariamente álgicas como uma rotação de pelve ou um quadro de arco plantar desabado pode também gerar essa condição de forma secundária. Sendo assim, o tratamento da escoliose se da tratando as áreas que estão gerando a compensação escoliótica, isto é, tratando as áreas primárias que levaram o restante do corpo a se compensar, seja ela uma dor ou uma disfunção não dolorosa.

Existe ainda um caso em que a escoliose pode ser considerada o fator primário, ela é a escoliose congênita, isto é, a escoliose em que há uma má formação de uma ou mais vértebras, normalmente em formato de cunha, e assim todo o alinhamento vertebral será comprometido, nesse caso deverá seguir para avaliação médica para uma possível cirurgia corretiva.

A fisioterapia tem diversas técnicas para se tratar escolioses, entre as principais se encontram a reeducação postural global (RPG), a osteopatia e a quiropraxia que atuam para eliminar barreiras para o futuro alinhamento ativo, e a própria ativação muscular específica, isto é, através de exercícios específicos conseguimos gerar torque e pressão nas áreas enfraquecidas pela posição anormal da curva escoliótica assim como gerar movimento, ou flexibilidade para as áreas retraídas ou encurtadas.

Sendo assim, a longo prazo, a principal ferramenta de tratamento para escolioses será a própria ativação e exercícios musculares específicos.

Assista nosso vídeo explicando mais sobre escoliose :

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segunda-feira, 28 de setembro de 2020

FASCITE PLANTAR, O QUE É E COMO IDENTIFICAR?

O que é fascite plantar?

fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A facite plantar tem um dos motivos mais frequentes de problemas nos pés em relação com dores no calcanhar. Microtraumatismos no osso calcâneo podem levar à formação do esporão. As mesmas lesões que, normalmente, desencadeiam o surgimento de uma condição chamada fascite plantar, isto é, inflamação da fáscia plantar – tecido que recobre a musculatura da sola do pé.

A fascite plantar ou fasceíte plantar é a inflamação da fáscia plantar dos pés. O pé é um estrutura fascinante que suporta todo o peso do nosso corpo, sofrendo, dessa maneira, um impacto intenso e constante.

A planta do pé é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia) que aumentam a eficiência do impulso da marcha e potencializam a força dos músculos. O esporão de calcâneo é caracterizado por um calo ósseo na base do osso calcâneo (na sola do pé) ou ainda na região posterior do calcâneo, bem próximo à inserção do tendão de Aquiles. 

Pessoas com a curvatura dos pés acentuada, que sofrem com o sobrepeso ou que trabalham em pé durante muito tempo têm forte tendência a apresentar o problema. 

Fascite plantar – causas

Embora as causas da fascite plantar não sejam completamente conhecidas, alguns fatores de risco para o desenvolvimento da doença são conhecidos:

• Obesidade (excesso de peso) – índice de massa corporal (IMC) maior que 30
• Atividades esportivas (corrida, salto, dança), ou quando as pessoas estão de pé por longos períodos de tempo;
• A velhice;
• Pé cavo/ pé plano/padrões anómalos de marcha;
• Redução da dorsiflexão do tornozelo (menos de 0°)
• Retração dos músculos gastrocnêmio-soleo e bíceps femorais;
•Doenças inflamatórias secundárias a nível sistêmico.


É controverso se a presença do esporão do calcanhar contribui para os sintomas. Deve-se notar que entre 11 e 46% dos pacientes com esporas de calcanhar são assintomáticos, e em 32% dos pacientes com fascite plantar a presença do esporão de calcanhar não é encontrada.

Outros fatores de risco para o surgimento do esporão de calcâneo como usar, excessivamente, salto alto ou calçados que sejam pouco apropriados para os pés. Praticar esportes com forte impacto nos pés. Dança e corrida, por exemplo; pisar com o pé torto por longos períodos também podem desencadear esse problema.

Fascite plantar – tratamento

O tratamento para o esporão e para a fascite plantar é controlar a inflamação com repouso e gelo local. Mas nos casos em que há resistência, a melhor forma de tratamento é a fisioterapia que oferece exercícios e alongamentos bem específicos para os pés e as panturrilhas. A grande maioria dos pacientes responde muito bem ao tratamento com fisioterapia, assim como liberações miofasciais e manipulações de osteopatia e quiropraxia. A acupuntura pode ser associada sendo uma grande aliada no controle dos sintomas de dor.

Fascite plantar – prevenção

A prevenção deve ser enfatizada como a melhor das opções, portanto controlar o excesso de peso do próprio corpo para reduzir o estresse provocado sobre os pés; usar calçados adequados nas práticas esportivas e no dia-a-dia; evitar permanecer de pé por longos períodos e fortalecer, regularmente, a musculatura da planta do pé, certamente irão contribuir para que o problema não ocorra.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Saiba a diferença entre Osteopatia e Quiropraxia

Ola pessoal, sejam bem vindo ao meu site!

O objetivo deste é informar sobre as principais dúvidas que aparecem em consultório e ajudar a esclarecer e facilitar a escolha de terapias ou exercícios para cada caso específico.

Hoje o tema é: diferenças entre Osteopatia e quiropraxia!

Para começo de conversa, ambas as técnicas tem muito mais coisas parecidas do que distintas.
São técnicas destinadas a correções de microlesões ou desajustes, como é usualmente chamado, que apesar de serem micro causam grandes problemas no funcionamento biomecânico do corpo, o que inevitavelmente leva a dores e perda da qualidade de vida.

Tais ajustes podem ser realizados em articulações, músculos, órgãos e vísceras, nervos e até mesmo artérias, sendo para tanto utilizado em inumero arsenal de manobras, como manipulações (os famosos estalos), mobilizações (não produzem estalos), alongamentos, liberações fasciais e até mesmo choques verbais.

O que podemos salientar que existe na osteopatia e também na quiropraxia é a forma com que é entendido o processo de lesão primária.

Entende-se que a lesão primária não esta onde a dor aparece. Como em um escritório que não funciona bem, quem se queixa não é o que esta sem trabalhar, e sim o que trabalha dobrado para compensar a perda de uma função. Portanto, para isso, devemos trabalhar em zonas de ipomobilidade, ou seja, aquela que esta sem movimento.

Para a Quiropraxia o sistema nervoso é a fonte de toda a vida do organismo, sendo assim, com o sistema nervoso correto a saúde estará presente, sendo o contrário também verdadeiro.

Ja na Osteopatia entende-se que a estrutura governa a função, sendo assim o tecido em sofrimento é o grande causador de dores, especialmente em função da disfunção do aporte sanguíneo.

Para a osteopatia o corpo possui uma característica inata de auto cura, sendo assim, quando este possui suas estruturas em ordem todo o organismo se reorganiza espontaneamente.

Cada técnica tem sua utilidade em sua devida hora, cabe ao terapeuta entender quando é hora de utilizar uma ou outra!!

Espero ter esclarecido alguma dúvida e comentem que será um prazer responder !!

Grande abraço a todos. Obrigado!!!

Frederico

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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Problemas relacionados ao esporte? Entenda porque e como prevenir.

Esportes que dão mais problemas de dores e lesões no brasil?

Claro que é o futebol, não poderia ser diferente ne?! Mas é claro que  não só o futebol tem alto risco de lesão, qualquer esporte em que haja breques e arranques explosivos tenderá a colocar toda a estrutura músculo articular sob forte pressão. Esportes como o tênis e o basquete são outros em que a competitividade em excesso sobre um aparelho (corpo) sem muito preparo, sucumbem a lesões.

Qual o fator mais importante para se prevenir de lesões do esporte?

De longe é a ativação e flexibilidade muscular juntamente com o treino proprioceptivo das articulações, só assim o corpo terá uma vantagem sobre o ambiente, de forma a reagir com rapidez e suportando as altas tensões geradas pelos esportes. Sem isso muito provavelmente um atleta amador e principalmente um profissional pagará a conta cedo ou tarde. Meio que um contrassenso mas na verdade o corpo quanto mais se usa melhor ele fica. Isso serve inclusive para a melhor idade ou pra pessoas que sofrem de dores cronicas.

E se eu ja me lesionei, o que posso fazer sozinho?

Qualquer tipo de lesão aguda, de origem traumática ou ortopédica pode-se aplicar gelo de imediato. Tirando algumas situações como dores musculares, que reagem melhor ao calor. Porém, fora as musculares todas as outras a aplicação de gelo por 20 min a cada 2h reduz a dor, o inchaço e acelera a cicatrização da lesão de forma significativa.

Caso o problema persista por muito tempo ou a dor for demasiada intensa procure um fisioterapeuta de confiança para avaliar melhor a situação.

 

 

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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Gelol, para que serve? Quando usar?

Olá pessoal!

Venho através deste trazer semanalmente informações sobre a área da saúde e bem-estar para vocês.

Em Franca tanto na área da Fisioterapia, quanto na osteopatia, quiropraxia e acupuntura tenho muitos pacientes e potenciais pacientes, e entendam isso como “atletas” de final de semana, que me queixam a respeito do uso de adesivos e sprays a base, quase sempre de cânfora para lesões e dores.

Quando usar? Para que serve? qual o melhor momento?então decidi falra sobre isso essa semana.

Bom, para entender melhor a indicação é necessário entender primeiro, o que é, certo?

Composição

Então, esse tipo de composto que associa normalmente mentol, salicilato de metila e cânfora tem o objetivo de gerar vasodilatação no local. Isso quer dizer que os vasos sanguíneos que chegam ao local a ser aplicado vão aumentar de calibre e com isso facilitar a chegada de sangue no local, ponto.

O aumento do aporte de sangue local traz consigo oxigênio e nutrientes, ao mesmo tempo, levar embora as toxinas provenientes da lesão, acelerando o processo de cicatrização.

Prós e Contras

Porém, como nem tudo são flores, o que não é noticiado na propaganda da TV é que em lesões articulares agudas, isto é, aquela lesão que esta “aquecida” pela inflamação não responde bem ao calor. Óbvio, pois o calor, nesse caso iria aumentar a inflamação local, sendo necessário, nesse caso, o uso do gelo.

Em dores musculares em que não ocorre uma inflamação significativa ou em dores mais cronificadas, isto é, dores “antigas” com mais de 3 dias, o uso desse tipo de pomada, ou spray é sim recomendada.

Recapitulando: Lesões ou traumas, pancadas, torções, pisões, caneladas, quedas usa-se gelo no momento e sprays depois de 3 dias.

Cãimbras, contraturas, estiramento (muito comuns em pernas de pau que “furam” a bola na pelada), nesse caso o spray é com certeza uma boa opção associado by the way  com uma massagem local, ok? 

Após sessões de osteopatia e quiropraxia também podem ser uteis para aliviar pequenos espasmos que tenham permanecido.

Espero que esse artigo seja de alguma utilidade e caso queiram me procurem no facebook ou no meu blog.

Boa semana a todos!

Para saber mais assistam o vídeo : 

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